Holocausto

Holocausto

A verdade da mentira!

Tem o holocausto como verdade absoluta?

Nunca questionou o mesmo?

De seguida iremos abordar de forma cientifica este tema que tanto fere os senhores do poder.

Comecemos por analisar as famosas fotos do “holocausto”

Foto 1)
Hitler e Göring regozijam-se com a fácil queda da França” Sob este título aparece a foto (ao lado) à página 85 do livro Hitler, de Alan Wykes, da Editora Renes. Trata-se de uma fotografia publicada na edição 49 do jornal ilustrado alemão Kölnische Illustrierte Zeitung, em alemão e francês.
 

De seguida podemos ver a escandalosa falsificação da mesma, pois nunca seria possível tirar a mesma foto duas vezes exactamente iguais. Os falsificadores retiraram o Marechal Göring da Luftwaffe, mas em compensação rodearam Hitler, com um mar de cadáveres desenhados…

Esta foto falsificada consta na página 74 do livro “Segunda Guerra Mundial – História Fotográfica do Grande Conflito“  de Charles Herridge, editado pelo Círculo do Livro e distribuído pela Editora Abril S. A. com o seguinte texto: “Uma foto em tamanho natural da propaganda oficial alemã. Hitler esfregando as mãos alegremente, ao inspecionar um campo coberto de soldados russos mortos”.
 

 

Foto 2)

A foto que se segue é aceita oficialmente como uma das maiores provas do “Holocausto” A reduzida qualidade técnica é uma característica de grande parte das fotos falsificadas do suposto holocausto, mesmo quando comparadas a outras autênticas feitas naquela época.

“Cadáveres de prisioneiros que foram gaseados, na saída do porão de gás, antes da cremação” 
Com este texto a foto acima apareceu no livro “SS-Henker und ihre Opfer”, Viena, 1965, da Federação Internacional de Contra-Combatentes. Também apareceu, retocada, na famosa publicação “Der Gelbe Stern”. Em 1948 no livro “Zsidosors Europaban”, página 280, de Levai Jeno de Budapest, é citado que o fotografo foi David Grek.
Esta foto que percorreu e ainda percorre o mundo, é segundo a “História Oficial” grande prova das câmaras de gás em Auschwitz.
Na realidade, porém, não passa de um desenho. O sol que ilumina os cadáveres não é o mesmo não é o mesmo sol que ilumina os trabalhadores à direita.
Quando ampliamos a imagem que aparece nos pés do trabalhador de braços abertos, aparece a “estranha figura” apresentada a seguir. Será que isso é uma pessoa? Se for é improvável que seja deste planeta… Compare o desenho com o trabalhador em pé e veja a desproporcionalidade.
 
Como se não bastassem os desenhos mal feitos, mas que conseguem enganar a qualquer pessoa que normalmente não vê nem pensa em semelhantes imposturas, vamos examinar a cena escrita pela história oficial:
“Estamos a ver prisioneiros mortos por gás, na saída do porão onde foram gaseados antes da cremação…”
Ainda está a sair gás do porão… Mas o pessoal do “Sonderkommando” (Comando Especial formado por condenados judeus), que deve ser uma equipa de veteranos, não dá a mínima importância ao gás que ainda sai, nem para o manuseio dos cadáveres, não usam máscaras e nem luvas!…
Arrasando desta forma a tese, o Dr. William Linsey, expert em química que classificou como suicídio o manuseio de cadáveres executados por gás Ziklon B, mesmo com máscaras e luvas…

Extraído das páginas 234 a 236 do livro “Holocausto: Judeu ou Alemão?” de S. E. Castan, edição 4

 

Foto 3) 

Vamos agora analisar mais uma famosa foto do “holocausto”, “Cadáveres de prisioneiros, num vagão de carga, do transporte do campo de Sachsenhausen para o de Dachau”
Com este texto a foto ao lado aparece na página 345 do livro “Macht ohne Moral”, de R. Schnabel.

Trata-se de outro desenho, observe na ampliação abaixo o detalhe da mão com apenas quatro dedos e estes ainda são desproporcionais entre si.
 
 

 Extraído da página 237 do livro “Holocausto: Judeu ou Alemão?” de S. E. Castan, edição 4

 
Foto 4)
 
“Mauthausen” Este é o título escolhido para a foto que se segue por R. Schnabel em “Macht ohne Moral”, página 341, referindo-se àquele campo de concentração. Também com este texto foi apresentada em Nürnberg, constando do volume pág. 421, das atas do Tribunal Militar Internacional, constando igualmente em “KZ Staat”, Berlim-Ost 1960, pg. 81; Mauhtusen de Vavlav Berdych, Praga 1959, “Aufstieg u. Untergang des Dritten Reiches”.
 

Esta foto “original” também é um desenho, bem visível quando ampliada. O homem preto, no meio, contraria a tonalidade dos demais. O terceiro homem da primeira fila, da direita para a esquerda, recebe o sol de frente, quanto o homem da extrema direita (segunda fila) recebe sol por trás. Apesar de toda a luminosidade, não aparecem as sombras das pessoas. A parede de tábuas, ao fundo, está mal desenhada, pois as tábuas deveriam correr em sentido cônico. Atente para o estranho formato das costelas.

Observe a diferença entre as duas. A primeira foto foi feita a partir da segunda. Na primeira foto o homem preto está mais branco, a parede de tábuas de madeira ao fundo simplesmente “desapareceu” … O sol passou a iluminar os “prisioneiros” mais de frente e agora têm a frente um monte de cadáveres, porém não estão minimamente importados com o que esta a sua frente… Não esqueçam que todas estas fotos são “fotos originais“, segundo a história oficial, das ‘atrocidades Nazistas’!!!

Extraído das páginas 240 e 241 do livro “Holocausto: Judeu ou Alemão?” de S. E. Castan, edição 4

 

Foto 5) 

 Um grupo de mulheres antes do fuzilamento (2 imagens)

“O terror, nos países ocupados, tinha como primeiro objetivo: O extermínio da população judaica e o aprisionamento de todos os habitantes que não se submetiam ao regime. A Gestapo trouxe mulheres e crianças para o fuzilamento”
 

Com este texto a foto acima é apresentada no livro “Ilustrirte Geschichte des Zweiten Weltkieges”, pg. 490.
A mesma foto (abaixo), após receber alguns melhoramentos, por retoques, foi publicada também no “Der gelbe Stern”, pg. 96.

 

Segundo a história oficial trata-se de um grupo de mulheres antes do fuzilamento. A esquerda aparece Purve Rose, operária da fábrica “Kursa”, ao lado de sua mãe.
Foto feita pelo Chefe da Gestapo, divisão de Liepaja, Hauptschar führer Karl Schrot, em 15 de dezembro de 1941″.
Vamos compará-las: O decote das blusas e vestidos da primeira foto são em “V”, enquanto da segunda são quadrados (circulares). A senhora idosa aparece na primeira foto com uma espécie de calças para montaria, enquanto na segunda, aparece com uma finíssima mini-saia.
A operária da fábrica, Purve Rosa… (Temos que admitir que imaginação não falta…), na segunda foto, levanta a sua saia, possivelmente para agradar o chefe da Gestapo, e mostrar suas lindas pernas. Trata-se de outra lamentável falsificação, desta vez citando o nome das vítimas, fotógrafo, data e local. Porém isso permitiu que se pesquisasse as condições meteorológicas existentes na data e local desta “foto original“.
Em 15 de dezembro de 1941, na Letônia, a temperatura era de 40 graus abaixo de zero!, impossível portanto de alguém ficar descalço, em roupa de verão…
 
 
Foto 6)
Mulheres com crianças indefesas diante da Execução”

O texto acima consta no livro “Faschismus, Getto, Massenmord“, do Instituto Histórico Judaico de Varsóvia (Polônia), editado por Roedersberg-Verlag, em 1960, de Frankfurt/M, pág. 334.
Trata-se da fotografia de um desenho. Toda a situação inclusive a parte dos fundos é irreal. O braço esquerdo do guarda, de chapéu e de rosto preto, a luminosidade do quadro totalmente exagerada, bem como o contorno anatômico das mulheres na frente e atrás mostram ERROS PRIMÁRIOS.
A proposital falta de clareza dos rostos tornam desnecessária qualquer análise maior.
 
 

“O fotógrafo, em Treblinka fotografa as mulheres que com suas crianças nos braços vão para as câmaras de gás, o fotógrafo não é conhecido”.

Com este texto foi publicada a foto acima, no livro Gerhard Schoenberger – “Der gelbe Stern” – A estrela amarela – A perseguição judaica na Europa de 1933 a 1945, de Rütten und Loening Verlag, de Hamburgo 1960, pág. 163
Também foi publicado da mesma forma, em “The Pictorial History of the Third Reich” – A Shattering Photographic Record of the Nazi Tyrany and Terror – , de Robert Meumann e Helga Koppel, Batam Books, New York, 1962, pág. 191.
Trata-se da segunda versão do mesmo desenho fotografado, agora porém com algumas alterações, senão vejamos, da esquerda para a direita:
  1.  A quarta figura em pé, uma menina, está toda deformada da cintura para baixo.
  2. Bem acima desta menina aparece misteriosamente um homem de boné.
  3.  A quinta pessoa da fila, uma senhora gorda, segura um filho no colo, a espessura do braço do menino dobrou de espessura em relação à primeira foto.
  4.  Em sexto lugar, aparentemente olhando para o guarda, aparece uma senhora com as pernas pintadas de preto, da mesma forma que na primeira foto, porém com o cabelo comprido e não com cabelo curto como consta na primeira foto.
  5. Na frente desta última, mais para o fundo, aparece agora nitidamente a perna de outra mulher, também pintada de preto.
  6. O guarda que esta acima trocou o chapéu e trocou de casaco.
  7.  Abaixo do guarda aparece a mulher a segurar, com os seus braços deformados outra criança, quase não é visível as pernas desta senhora.
  8.  Como nona pessoa da fila, aparece novamente aquela senhora gorda.
  9. Nos fundos à direita aparece uma mancha preta com partes brancas, para simular roupas?

“As mulheres que eram reunidas de toda a Europa, tinham que desnudar-se,assim como também as crianças, antes que eram conduzidas para as câmaras de gás”

Sob este título foi publicada esta foto no livro “Eichmann – chefe dos guarda-livros da morte”, Roederberg Verlag, Frankfurt, 1961, pág. 202. Também apresentada na documentação fotográfica, de Erwin Leisers “Mein Kampf” – da Fischer Bücherei Frankfurt e Hamburgo, 1962, pág. 166.

10. A primeira mulher está menos inclinada e está a segurar alguma coisa diferente com as mãos, em relação às duas fotos anteriores, os contornos estão melhorados.
11. A segunda parece ter cabelos mais comprido, sua forma também melhorou.
12. A terceira mulher da fila, por um lado teve sorte! pois o desenhador tirou a sua barriga, mas por outro lado deixou-a aleijada, pois cortou a forma a sua mão esquerda, deixando apenas um toquinho, impedindo-a deste modo de  continuar a segurar os quadris da sua companheira da frente, conforme mostram as duas primeiras fotos (acima).
13. A quarta figura a menina ficou totalmente restaurada e ganhou contornos de adolescente.
14. O homem de boné que aparecia na segunda foto por cima da menina desapareceu novamente.
15. O menino no colo da quinta mulher ganhou finalmente uma linda perninha e a mãe do menino também perdeu a enorme barriga que tinha.
16. A sexta mulher, aquela que olha para o guarda já não tem as pernas pretas nem tão grossas, aquela perna que tinha aparecido na sua frente na segunda foto desapareceu totalmente. Observe também, em todas as três fotos, que esta mulher parece aleijada do braço esquerdo, pois só aparece um pedaço do braço.
17. O guarda colocou novamente o chapéu e pela terceira vez trocou de casaco.
18. A sétima figura, com o menininho no colo, agora aparece com seu corpo bem formado, mas… cortaram a perna esquerda do bebé, pois na primeira e segunda foto ele aparece sempre com as duas pernas.
19. A nona figura era a mais gorda de todas, agora está elegante, atrás dela, não se sabe de onde, surgiu uma nova mulher, que aparece como se estivesse numa sombra que não existia…

A seguir são apresentadas duas ampliações da mesma região da 1ª e 3ª  fotos para melhor visualização dos detalhes… e as três fotos de desenhos juntas para facilitar a comparação entre as mesmas.

 

Extraído das páginas 223 a 226 do livro “Holocausto: Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século” de S. E. Castan, edição 4

 

Foto 7)

Mulheres russas precisam de se deswpir antes de serem conduzidas para as câmaras de gás

Com este título foi apresentada a “fotografia original” abaixo no “Macht ohne Moral” (Poder sem Moral), de R. Schnabel, lançado em 1957, Frankfurt, pág. 480.
Trata-se de um desenho. Os reflexos da luz totalmente sem valor, excetuando a calça da senhora que está de costas. Os uniformes, os rostos, a roupa espalhada e braçadeiras são irreais.
 

Residentes poloneses diante do fuzilamento pelos SS assassinos”

Com este texto foi apresentada a “foto original” acima, no livro “SS im Einsatz – Eine Dokumentation über die Verbrechen der SS”, de Berlim Oriental, 1957, pág. 536.
Nesta “foto original” houve, além do “título” várias alterações, que se aumentadas, não se sobrepõe.
 

“A Gestapo trouxe mulheres e crianças para o fuzilamento”

Sob este texto a foto foi apresentada no livro “História Ilustrada da Segunda Guerra Mundial”, tido como de extraordinário valor, por sua ampla e rica apresentação de fotos claras e documentos, sobre acontecimentos, de todas as frentes, de inestimável valor histórico, pois nada é falsificado, nada é embelezado, nada é escondido”…, de K. Zentner, aparecido em 1963, em Munich, pág. 490, da editora Südwest Verlag Neumann KG.
 
Execução em massa de mulheres em Lijepaja, na Letônia“. Também sob este título aparece a última foto em “Das Dritte Reich – Seine Geschichte in Texten, Bildern und Dokumenten”, de H. Huber, A. Müller, assistidos pelo Prof. W. Besson, Editora Kurt Desch, Munich, Viena e Basel, editado em 1964, pág. 523
 
Foi apresentado também, da mesma forma, pelo livro “Der gelbe Stern“, antes já citado.
Judias tiram as suas roupas“…
Foi publicada sob este título na revista de circulação mundial “Der Spiegel” N° 53/1966, pág. 48.
 
As mulheres, sempre as mesmas, uma vez foram russas para a câmara de gás; outra vez foram polonesas, para fuzilamento pelos assassinos SS; depois as mulheres foram vítimas da Gestapo, a Polícia Secreta alemã; depois foram transferidas para as execuções em massa de mulheres, que não poderiam perder, na Letônia, para finalmente após a criação do estado de Israel, em 1966, quando haviam adquirido a nacionalidade israelita, serem novamente executadas, desta vez pela Revista alemã “Der Spiegel”…
A última foto é uma foto-montagem envolvendo a primeira. Uma foto que mostra tão detalhadamente as dobras das calças da senhora deveria permitir a identificação dos objetos pelo menos próximos a ela… À esquerda da cabeça da senhora em pé aparece desta vez uma forma diferente de um dos guardas (1), agora armado com um fuzil, o que não consta nas outras fotos!
 
Foto 8.)
 

“Cadáveres no campo de Concentração de Buchenwald”

Com este texto R. Schnabel, em “Macht ohne Moral”, pág. 348, apresenta esta foto, que não passa de um desenho. Pois se a mesma for cuidadosamente examinada com lente de aumento veremos que nada combina, inclusive a exagerada pintura das sobrancelhas das vítimas…
 
A foto acima foi recolhida pelo exército norte-americano, no Campo de Dachau, após a libertação do mesmo, mostra o corpo de aproximadamente 60 pessoas, que foram expostas propositadamente no chão, para servirem de propaganda anti-nazista, para justificar ou tentar justificar um pouco o que tinham feito contra a Alemanha, deixando suas cidades em ruínas, como é apresentado em outras fotos.
 
Quem são estas pessoas que os americanos mandaram espalhar pelo chão? No começo diziam que era gente que tinha passado pelas câmaras de gás, porém já há bastante tempo se sabe que morriam centenas de doentes neste campo DIARIAMENTE, após a “libertação“; pois os presos haviam ateado fogo em todos os arquivos, visando, com este ato, esconder o seu passado criminal , e com a queima destes arquivos também acabaram de impedir que os médicos americanos pudessem dar os medicamentos adequados aos enfermos.
 
Geralmente insinuava-se que se tratavam de judeus mortos em câmaras de gás… o Cardeal Faulhaber, da Alemanha, afirmou que em alguns casos foram usados cadáveres de alemães, que haviam sido retirados dos escombros dos bombardeios, e enviados ao campo para serem cremados, e para servirem aos interesses publicitários anti-nazistas. Atrás da carreta aparecem os capacetes de alguns soldados norte-americanos.
 

As fotos acima que constam do Catálogo Oficial do Campo de Concentração de Dachau, editado pelo Comitê Internacional de Dachau, com sede em Bruxelas (!), foram tiradas no dia da “libertação” pelos norte-americanos.
 
São apresentadas aqui para que o leitor possa diferenciar entre pessoas sadias de cadáveres doentes. Observe o rosto e o porte dos prisioneiros, surpreendentemente sadios, em relação à expressão e magresa esquelética dos infelizes cadáveres de pessoas doentes, expostos, de forma nojenta, para propaganda anti-nazista, e desta forma, impressionar todo o planeta com as mais incríveis citações de extermínio em  massa de judeus.
 
Não temos a menor dúvida de que se um fotógrafo se desse ao trabalho de fotografar todos os cadáveres que saem do Instituto Médico Legal de qualquer cidade do mundo, durante um mês, e se a estas fotos fossem acrescentados textos para impressionar os leitores, o efeito não seria diferente!

O leitor também pode observar a diferença de qualidade técnica entre as fotos falsificadas (péssima qualidade) e fotos autênticas (boa qualidade).


“Bergen-Belsen”

Sob este título do Catálogo Oficial do Campo de Dachau, aparece a foto acima, sem dúvida a mais escabrosa mostrada ao mundo, aparecendo no campo de Bergen-Belsen, ocupado pelos ingleses, uma vala comum de aproximadamente 10 x 20 metros, contendo os cadáveres esqueléticos. Nesta vala devem ter em torno de 200 cadáveres de DOENTES. É fato comprovado que houve no fim da guerra epidemias de cólera e tifo neste campo, vitimando muitas pessoas.
 
 
“Vala comum, cavada pelas próprias vítimas, em Bergen-Belsen, homens e mulheres fuzilados. Câmaras de gás. O nazismo exterminou cerca de seis millhões de judeus.”
 
Sob este mentiroso título, a foto seguinte foi apresentada no livro “Fato e Homens da Segunda Guerra”, entre as páginas 80 e 81, editado pela Bloch Editores SA. Mistura-se descaradamente epidemias e doenças com extermínio provocado e planejado.
 

A foto acima foi publicada sem texto, no livro “Der gelbe Stern”m pág. 91, de Schoenberger.  Também aparece sem texto no livro “1939-1945 Cierpieniei i walka narodu polskiego”, de Stanislaw Wrzos-Glinka, editado em Varsóvia em 1959, pág. 41.

 
” Cena de campo na Polônia ocupada: judeus nús, depois de cavarem uma vala comum, esperam o tiro na nuca.”
Com este texto foi publicada uma cópia invertida desta foto, à pág. 196, do livro ” O inimigo eleito”, de Júlio José Chiavenato.
 
Trata-se da fotografia de um desenho. A falta de nitidez, a incorreta iluminação e sombreamento já falam por sí.
 
  1.  A figura nua à direita está fora  de proporções anatômicas – a largura dos ombros e o comprimento das pernas, em relação ao tamanho da cabeça – além de estar numa inclinação também incorreta.
  2. O soldado à direita é alto demais  em relação ao tamanho da sua cabeça e em relação às demais figuras desenhadas.
  3.  O último civil à esquerda, de luvas brancas? está inclinado exageradamente.

 

Foto 9)


“Empilhados como Madeira” (Dachau)

Com este texto, apresenta L. Poliakow (o mesmo do caso Gerstein!) e Wulf, no livro “Das Dritte Reich und die Juden“, pág. 209, a presente “foto-montagem” de péssima qualidade e totalmente irreal.
 
Extraído da página 238 do livro “Holocausto: Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século”
de S. E. Castan, edição 4, Editora Revisão.
 
Foto 10)
 

Para a execução

A foto é apresentada com este título no livro “Eichmann-Chef-buchalter des Todes“, de S. Einstein, Roederberg Verlag, Frankfurt, 1961, pág. 200.
 
Outro desenho fotografado, que nem chega a ser bom. Reflexos de luz, iluminação dos bastidores, a mulher ao fundo à direita, parece flutuar, rostos, iluminação dos cabelos, sombras, etc…
 

Judias a caminho da execução”

Este é o texto para a fotografia, apresentado na revista “Der Spiegel”, N° 53, de 1966, pág. 48.
“Execução em massa em Lijepaja, Letônia”
Com este texto a foto é publicada no “Der gelbe Stern” de Gerhard Schoenberger – A perseguição judaica na Europa de 1933 a 1945″, com prefácio do famoso escritor Thomas Mann, à pág. 97.

É um desenho melhorado. Vejam as aberturas das pernas das duas senhoras à esquerda…
O escritor Udo Walendy, no seu livro ainda apresenta uma infinidade de comprovações de falsificações e foto-montagens, que julgo desnecessário continuar apresentando.

Por fim:

Uma prova de que Simon Wiesenthal era mestre em falsificações de fotos.

 

Encontra-se entre as páginas 192 e 193, do livro do qual extrai uma série de histórias, “Los asesinos entre Nosotros” – Memórias de nada mais nada menos que o nosso conhecido SIMON WIESENTHAL, foto-montagem realizada pelo próprio, no ano de 1945.
 
Será que o Sr. Wiesenthal, realizou somente neste único trabalho?… que foi praticamente um pioneiro neste tipo de trabalho não há dúvida nenhuma.
 
Portanto, o Sr. Wiesenthal  dominava totalmente a técnica de como fazer falsificações fotográficas.
 
Extraído da página 245 do livro “Holocausto: Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século” de S. E. Castan, edição 4, Editora Revisão
 
 
Numeros fraudulentos
 
Discreta reportagem de jornal informando que uma comissão do governo polonês decidira diminuir o número de mortos em Auschwitz de 4 milhões para 1,5 milhões devido a uma superestimativa dos soviéticos ao libertar o campo em 1945.
 
Durante décadas, foi afirmado nesta placa que quatro milhões de pessoas foram genocidamente mortas em Auschwitz. Tal como resumido pelo Dr. Faurisson, até 3 de Abril de 1990, esta Placa “comemorativa” – onde o Papa e presidentes de muitas nações foram levados de modo a poderem genoflectir perante vítimas não-existentes, tinha a seguinte inscrição em 19 línguas: 
“Quatro milhões de pessoas sofreram e morreram aqui às mãos dos assassinos Nazis entre os anos 1940 e 1945.”
 
Durante quase meio século, aproximadamente 500,000 turistas ingênuos foram deliberadamente enganados por guias intelectuais e vigaristas e imorais enquanto visitavam o parque, tema de mentiras e horrores anti-germânicos em Auschwitz e Birkenau – onde visitas guiadas, livros e filmes insistiram durante décadas que tudo o que o visitante via estava “…no estado original.”
 
No novo texto lê-se o seguinte:
 ”Que este lugar onde os Nazis assassinaram 1,500,000 homens, mulheres e crianças, de que a maioria eram Judeus de diversos países Europeus, seja para sempre para a humanidade um grito de desespero e de aviso.” (Luc Rosenzweig, “Auschwitz, a Polônia e o genocídio” (Tr.’s Note: Auschwitz, Poland and the genocide), Le Monde, January 27, 1995, pag 1).)
 
Porque é que baixaram os números? Agora o Grupo de Pressão de Promoção do Holocausto diz, “Bem, que pena, não fomos nós. Os Soviéticos sonharam com esses números.”
 
De acordo com esta linha de argumentação, os perversos Soviéticos:  ”…propositadamente elevaram o número de baixas não-Judias em Auschwitz-Birkenau muitas vezes o número real.
Com o fim do comunismo na Polónia e na antiga União Soviética, oficiais no museu de Auschwitz baixaram meticulosamente os números de baixas de acordo com as estimativas de historiadores que, durante anos, insistiram que pereceram entre um e um milhão e meio de pessoas em Auschwitz-Birkenau – 80-90% dos quais Judeus.” (The Breitbard Document, as published by the Simon Wiesenthal Center)
 
Claro, culpem os Russos e os Polacos. Não dêem aos Revisionistas crédito por os números encolherem constantemente sob a lupa do escrutínio erudito.
 
4 milhoes de mortos … esta é a placa antes dos revisionistas investigarem
 

1,5 milhao e meio de mortos  agora ja actualizada  a direita “enganaram-se”

A câmaras de “gas”!

A foto esquerda mostra a porta de entrada de uma suposta câmara de gás em Auschwitz, que além de ser de madeira, abre por dentro e para dentro. Na fotografia da direita, porta de uma das câmaras de gás nos EUA para execução de prisioneiros condenados a morte, altamente reforçada para evitar vazamentos e foi desenvolvida para a execução de UM prisioneiro de cada vez e não de milhares.
Obs: Ambas são da década de 30/40.
 
A descrição extremamente vaga e rápida da operação de gaseamento dos prisioneiros, tal como relata Höss em sua confissão escrita, era materialmente impossível de se realizar por razões físicas e químicas: não se pode confundir um processo de gaseamento com o objetivo de matar, com um gaseamento suicida, ou acidental. O objetivo de uma execução por gaseamento (como existe até hoje, e unicamente nos Estados Unidos) é matar sem ser morto!
 
O Zyklon-B é um inseticida à base de ácido cianídrico utilizado desde 1922 até aos dias atuais. É um gás altamente perigoso. Ele tem por característica aderir às superfícies. É muito difícil de ser retirado dos ambientes e é explosivo. Os americanos usam o gás cianídrico para execuções em alguns estados com os seus condenados à pena de morte. Uma câmara de gás para execuções é uma obra necessariamente muito sofisticada e o procedimento é demorado e perigoso.
 
Pois bem, em sua confissão Höss afirmava que a equipe encarregada da retirada dos dois mil corpos de gaseados por dia das câmaras de gás, entravam nas mesmas a partir do momento em que era ligado um ventilador, iniciando essa hercúlea tarefa ao mesmo tempo em que fumavam e até comiam, ou seja, sem máscaras contra gases. Impossível. Ninguém poderia ter entrado assim num oceano de gás cianídrico para manipular milhares de cadáveres recobertos de cianureto, os quais não poderiam ser tocados pois estariam impregnados do violento veneno que mata por contato. Até com máscaras de gás dotadas de filtros especiais para gás cianídrico a tarefa seria impossível, pois este tipo de filtro não resiste a uma respiração mais acelerada, mesmo de baixa intensidade.
 
 
 
Faurisson teve a oportunidade de lembrar a Michael Berenbaum alguns fatos importantes e de o colocar frente a certos acontecimentos desastrosos para a “causa exterminacionista” como os que se seguem:
  • Em 1968, em sua tese de doutorado, a historiadora judia Olga Wormser-Migot reconheceu que “havia um problema com as câmaras de gás”, afirmando que em Auschwitz I “não havia câmara de gás”… (mesmo assim essa “câmara de gás” sempre é apresentada fraudulentamente a milhões de crédulos turistas!)
  • Em 1983, um britânico — ainda que defensor da lenda exterminacionista — revelou como Rudolf Höss, antes de testemunhar ante o Tribunal de Nuremberg, havia sido torturado por membros judeus da segurança militar britânica, terminando por confessar sua culpa após receber pontapés, bofetadas, chicotadas, exposição ao frio e privação do sono.
  • Em 1985, durante o primeiro processo contra Ernest Zündel, no Canadá, a testemunha Nº. 1, Rudolf Vrba, e o historiador Nº. 1 da tese exterminacionista, Raoul Hilberg, encontraram-se sob o contra-interrogatório conduzido pelo advogado Douglas Christie, a quem Faurisson assessorava.

 

  • Em 1988, o historiador judeu-americano Arno Mayer, que assegurava acreditar no genocídio e nas câmaras, escrevia: As fontes para o estudo das câmaras de gás, às vezes são escassas e pouco confiáveis… Além do que, desde 1942, em Auschwitz seguramente morreram mais judeus do que provavelmente em qualquer outra parte pelas chamadas “causas naturais” do que pelas “não naturais”.

 

  • Em 1992, o Prof. Yehuda Bauer, da Universidade Hebraica de Jerusalém, qualificava de silly (estúpida) a tese segundo a qual a decisão de exterminar os judeus havia sido tomada em 30 de janeiro de 1942 em Berlim – Wannsee.

 

  • Em 1993, Jean-Claude Pressac, que em 1989 havia calculado o número dos mortos em Auschwitz entre um milhão e quinhentos mil e dois milhões, logo teve de rebaixar esse número para setecentos e setenta e cinco mil, e já em 1994 ainda se agarrava a uma cifra entre seiscentos e trinta mil a setecentos e dez mil…

 

  • Neste mesmo ano, o Prof. Cristopher Browing, colaborador da Encyclopaedia of the Holocaust, declarava: Höss foi sempre uma testemunha muito fraca e confusa… e teve a correção de acrescentar: por essa razão os revisionistas sempre o citam, no sentido de desacreditar a memória de Auschwitz, como um todo.

 

Em apoio às suas teses, os revisionistas apresentam três pericias diferentes: a de Fred Leuchter, a de G. Rudolf e a de W. Lüftl, e mais o início de uma quarta perícia polonesa, enquanto os aflitos exterminacionistas não se atrevem a iniciar nenhuma perícia pública da arma do crime.
 
Todos os sobreviventes judeus de Auschwitz, e especialmente as “crianças de Auschwitz”, ou seja, os que nasceram no campo ou passaram lá parte de sua infância, são provas vivas de que Auschwitz nunca foi um campo de extermínio.
 
Não só não existiu nenhuma ordem, nem um plano, nem sequer vestígios de instruções ou orçamentos para uma tão vasta operação de extermínio sistemático de judeus, como não existe nenhum informe de necropsia que estabeleça a morte de um único prisioneiro por gás. Não existe uma perícia da tal “arma do crime”, assim como não existe uma só “testemunha das câmaras de gás”, apesar do esforço dos autores de best-sellers que trabalham para que acreditemos nisso. Na obra La Nuit (A Noite) testemunho autobiográfico publicado em 1958, Elie Wiesel não menciona uma única vez as câmaras de gás de Auschwitz; afirma, isto sim, e em minucioso relato, que os judeus eram exterminados em grandes fornos!
 
Em janeiro de 1945 os alemães deram — a ele e a seu pai — a escolha entre ficar e esperar os soviéticos, ou seguir em direção à Alemanha. Após profunda reflexão, pai e filho decidiram continuar com os seus “exterminadores” alemães, ao invés de aguardarem os libertadores soviéticos. Isto se encontra, com todas as letras, em La Nuit, basta ler essa obra com atenção.
 
 
99 % DOS TESTEMUNHOS NÃO PODEM SER COMPROVADOS

“Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade.” [Herman Rosenblat]
O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa.
 
Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro “Auschwitz: 1270 até hoje”, que lá nunca aconteceu qualquer “gaseamento”.
 
Robert Jan van Pelt também gostaria que não fosse mais realizado qualquer laudo científico sobre a sede do Holocausto-profissional. E isso, embora o teto das ruínas ainda exista. E este deveria mostrar o “azul cianídrico” e poderíamos mensurar ainda no reboco das paredes os subprodutos das reações com o gás venenoso (cianureto contido no fumigante Zyklon-B).
 
O especialista judeu Robert Jan van Pelt:
”Nós não podemos comprovar através de investigação forense 99% dos relatos sobre gaseamento”
 
O que é inacreditável e equivale a algo sensacional é a declaração de van Pelt no STAR, onde ele disse que nossos conhecidos testemunhos sobre Auschwitz não possam ser comprovados criminalmente (investigação forense). Devido a uma declaração deste porte, inúmeros pesquisadores do Holocausto foram/estão jogados por anos nas masmorras. Em 2009, por exemplo, Horst Mahler foi preso e deve cumprir uma pena de mais de 12 anos. Aqui as passagens mais importantes de Robert Jan van Pelt na entrevista ao STAR:
 
Robert Jan van Pelt é arquiteto e especialista sobre Auschwitz. E ele declarou:
“99% daquilo que sabemos sobre Auschwitz não podem ser comprovados através da ciência. Nosso conhecimento é parte do conhecimento herdado… Neste sentido, eu não acredito que o Holocausto seja algo fora do comum. No futuro, quando lembrarmos o Holocausto, nós o faremos da forma que é feito com a maioria das coisas do passado. Nós relacionaremos nosso conhecimento à literatura e aos depoimentos das testemunhas… Nós tivemos muito sucesso em lembrar o passado desta forma. […] Colocar o Holocausto em uma categoria separada e exigir que mais provas materiais sejam fornecidas, significa de fato nos curvarmos diante dos negadores do Holocausto, onde estaríamos disponibilizando um tipo de prova especial’.
O maior genocídio da história mundial deve permanecer segundo, van Pelt, sem comprovação criminal e ao invés disso, melhor seria se apoiar nos conhecidos testemunhos dos ex-prisioneiros de Auschwitz. Estes testemunhos, caro leitor, cada um de nós deveria conhecer. O livro de Jürgen Graf – “Auschwitz: confissões dos assassinos e testemunhas do Holocausto” – apresenta um relato ímpar sobre o tema.
 
O que para a maioria das pessoas comuns possa parecer impossível é de fato realidade: ao longo do processo de Auschwitz em Frankfurt (50/Ks 2/63), que durou muitos anos, nunca houve uma autópsia sequer, nem investigações forenses da arma do crime, embora o tribunal tenha acompanhado os relatos das testemunhas em Auschwitz e tenha visitado o local. Uma investigação forense não foi exigida pela justiça, mas esta reclamou no veredicto que tal investigação não foi apresentada:
Outra dificuldade foi que as testemunhas – compreensivelmente – puderam fornecer somente em raros casos detalhes precisos sobre locais e época de determinados acontecimentos. […] Pois falta ao tribunal quase todas as possibilidades disponíveis de um processo criminal comum para formar um quadro fiel dos reais acontecimentos na época do assassinato. 
Faltam os cadáveres das vítimas, os protocolos das autópsias, laudos de peritos sobre a causa mortis e o horário das mortes; faltam as pistas dos assassinos, das armas do crime e assim por diante. Uma comprovação dos testemunhos foi somente possível em casos raros.” [Veredicto de Auschwitz 50/Ks 2/63, página 109] 
 
Não é inacreditável? O tribunal confirma que os testemunhos do veredicto, elogiados por van Pelt, não puderam ser comprovados e eram imprecisos. Aqui segue novamente a respectiva passagem do veredicto, página 109:
 

As testemunhas – compreensivelmente – puderam fornecer somente em raros casos detalhes precisos sobre locais e época de determinados acontecimentos… Uma comprovação dos testemunhos foi somente possível em casos raros.”
Para elucidação do “maior crime da humanidade” não foi exigido qualquer tipo de investigação criminal. Esta a herança do apagar das luzes a 8 de maio de 1945: com muita propaganda e “no grito”, é possível estabelecer uma Nova Ordem Mundial. Aqui reside farta justificativa para a desordem atual, onde ciência e razão sucumbem diante da emoção e dogmatização – NR.

Com testemunhos imprecisos e sem qualquer comprovação forense: foi desta forma, portanto, como o Holocausto de Auschwitz foi comprovado. E qualquer pessoa, que apresente o Relatório Rudolf e exija um debate livre, vai para trás das grandes por longos anos, até pelo resto da vida. E o Relatório Rudolf permanece irrefutável. Mais de 300 professores de química inorgânica das universidades da Alemanha não puderam ou não conseguiram encontrar qualquer erro no trabalho de Rudolf.
 
O perito judicial suíço, Professor de química Dr. Henri Ramuz, atestou a competência científica de Rudolf e o diretor da Fundação judaica Anne-Frank, Hans Westra, disse a 27 de abril de 1995 na televisão belga (Panorama): “As análises científicas do Relatório Rudolf são perfeitas.”
 
 
 
BEM ABRAHAM – O MENTIROSO
 
 
Ben Abraham inúmeras vezes entrou em contradição sobre o tempo que permaneceu em Auschwitz e o método de funcionamento das supostas câmaras de gás.
 
Em 1989, por ocasião do 100º aniversário de Adolf Hitler, a Rede Bandeirantes de Televisão promoveu um debate sob a regência de Sílvia Popovic. Presentes estavam de um lado os Srs. Anésio Lara, Armando Zanine Jr. (PNSB) e Sérvulo Moreira Costa (Carecas), do outro lado os Srs. Rodolfo Konder (Anistia Internacional), Benno Milnitzki (Presidente do Congresso Judaico América-Latina), Arnaldo Contier (Historiador da USP) e Ben Abraham (sobrevivente de Auschwitz).
 
Como era de se esperar, o debate acerca do tema foi acirrado, com cada um dos participantes defendendo seus pontos de vista sob a mediação nada imparcial da apresentadora. Durante o debate, a testemunha ocular Ben Abraham não condiz com a verdade quando afirma ter permanecido em Auschwitz pelo período de cinco anos e meio.
 
Cerca de um ano após este debate, durante uma entrevista à TV Educativa, o mesmo Ben Abraham declara ter ficado em Auschwitz entre duas semanas e duas semanas e meia.
O Campo de Concentração de Auschwitz foi aberto a 20 de maio de 1940 e tomado pelos soviéticos a 27 de Janeiro de 1945. Caso a testemunha tivesse sido o primeiro prisioneiro de Auschwitz, ele teria saído de lá somente em Novembro de 1945, ou seja, 4 meses após a capitulação militar da Alemanha. O Revisionista Siegfried Ellwanger (S. E. Castan), proprietário da extinta editora Revisão, aparece no vídeo e mostra a contradição.
 
Como o próprio S. E. Castan disse: “A literatura do holocausto judeu é um vale-tudo”.
O vídeo flagrante onde Ben aparece mentindo e caindo em contradição sobre o Holoconto, em um programa televisivo, pode ser visto neste link:
 
 
 
 
 
 
 
Após algumas considerações de Anésio Lara, Ben Abraham, um dos maiores divulgadores do Holocausto no Brasil, também Presidente da Associação dos “sobreviventes” do nazismo, interferiu a apresentadora para contar, através de sua própria experiência, como funcionava a seleção para a morte e o funcionamento das câmaras de gás nazistas.
 
Em tom de revolta, alegara que sua mãe havia sido escolhida a dedo por Mengele para que fosse levada a morte na câmara de gás. Contou que aos judeus eram entregues pedaços de sabão, dizendo-lhes que iriam tomar banho, e que ao entrarem na câmara de gás, soldados da SS já prontos, jogavam por uma abertura no teto, cápsulas do gás Zyklon-B. Certamente o público que assistia ao programa, na sua ingenuidade e tocados pela emoção de tal relato, jamais desconfiariam de um senhor com idade avançada e sotaque engraçado que dizia ter permanecido no campo de Auschwitz durante 5 anos e meio.
 
Pois guardem bem o número. Posteriormente, Siegfried Ellwanger Castan, escritor gaúcho, estudioso do Holocausto, revisionista e dono da Editora Revisão, faria uma análise do vídeo e do relato de Ben Abraham. Em tal análise, Siegfried constatava que 1 ano após este programa, Ben havia ido a outro programa de tv, desta vez na TV Educativa de Porto Alegre, onde novamente relatava o funcionamento das câmaras de gás com a mesma convicção, porém tecnicamente diferente da qual já havia apresentado.
 
Ao ser questionado pela apresentadora da TV Educativa, Ben alegava ter permanecido no campo não 5 anos e meio, mas sim 2 semanas e meia, o que certamente invalidaria qualquer testemunho jurídico, dada a enorme contradição.
Mas não era só isso. Explicara novamente o funcionamento das câmaras de gás, afirmado desta vez, que o gás não era despejado pelo teto por um soldado SS através de cápsulas, mas que este saía em forma gasosa através dos enganosos chuveiros, tal como nos foi insinuado no filme de Steven Spielberg, “A lista de Schindler”, que de fato não ousou mostrar o funcionamento de uma câmara de gás nazista. O motivo, muito simples. Não se pode mostrar ou provar o funcionamento de algo que jamais existiu.
 
 
ELI WIESEL: UMA NOTÁVEL TESTEMUNHA FALSA
 

O impostor, Elie Wiesel, que viaja pelo mundo inteiro dando palestras sobre sua triste, porém lucrativa experiência.

O impostor, Elie Wiesel, que viaja pelo mundo inteiro dando palestras sobre sua triste, porém lucrativa experiência…Elie Wiesel passa por uma das mais célebres testemunhas do alegado Holocausto. É considerado a testemunha oficial do Holocausto, no entanto, na sua suposta autobiografia “Night”, ele não faz nenhuma referência às câmaras de gás. Ele afirma, em vez disso, que presenciou Judeus a serem queimados vivos, uma história desmentida por todos os historiadores. Wiesel dá credibilidade às mais absurdas histórias de outras “testemunhas”. 
 
Ele espalha fantásticas fábulas de 10,000 pessoas, por dia, a serem mandadas para a morte, em Buchenwald.Quando Elie Wiesel e o seu pai, como prisioneiros de Auschwitz, tiveram possibilidade de escolher entre saírem com os seus “executores” Alemães, que retiravam, ou ficarem para trás no campo à espera dos “libertadores” Soviéticos, os dois decidiram partir com os seus captores Alemães.
 
É tempo, em nome da verdade e no respeito pelo genuíno sofrimento das vítimas da Segunda Guerra Mundial, que esses historiadores regressem aos métodos de prova da crítica histórica, e que as “testemunhas” do Holocausto sejam submetidas a rigorosos escrutínios, de preferência de inquestionável aceitação. ELIE WIESEL ganhou o Prémio Nobel da Paz em 1986. Ele é normalmente aceito como uma testemunha do “Holocausto” Judeu e, mais especificamente, como uma testemunha do lendário extermínio Nazi pelas câmaras de gás.
 

O diário Parisiense Le Monde enfatizou na altura que Wiesel foi galardoado com o Prémio Nobel porque: Nestes últimos anos temos visto, em nome do chamado “revisionismo histórico”, a criação de, especialmente em França, inúmeras questões, duvidando da existência das câmaras de gás Nazis e, talvez por detrás disso, do próprio genocídio dos Judeus.Mas, e no que diz respeito a Elie Wiesel, uma testemunha das alegadas câmaras de gás? Mas com que direito é que ele se acha para que acreditemos naquela espécie de extermínio?
 
Num livro autobiográfico que supostamente descreve as suas experiências em Auschwitz e Buchenwald, ele não menciona em parte alguma as câmaras de gás. Ele diz, realmente, que os Alemães executaram Judeus, mas… com fogo; atirando-os vivos para as chamas incandescentes, perante muitos olhos de deportados! Não mais que isso!Aqui Wiesel, a falsa testemunha, tem pouca sorte. Forçado a escolher entre as muitas mentiras da propaganda de guerra Aliada, ele escolheu defender a mentira do fogo em vez das mentiras da água a ferver, gaseamento ou eletrocussão. Em 1956, quando publicou o seu testemunho em Yiddish, a mentira do fogo mantinha-se viva em alguns círculos.
 
Esta mentira é a origem do termo Holocausto. Actualmente, não existe um só historiador que acredite que os Judeus eram queimados vivos. Os mitos da água a ferver e das eletrocussões também desapareceram. Apenas as do gás se mantêm.A mentira dos gaseamentos foi espalhada pelos Americanos. A mentira que os Judeus eram mortos por água a ferver ou com vapor (especialmente em Treblinka) foi espalhada pelos Polacos. A mentira das eletrocussões foi espalhada pelos Soviéticos.A mentira do fogo tem origem indeterminada.
 
Tem um sentido bastante antigo como propaganda de Guerra ou propaganda de ódio. Nas suas memórias, Night, que é uma versão inicial do seu testemunho em Yiddish, Wiesel relata que em Auschwitz existia uma fogueira para os adultos e outra para os bebês.Ele escreve: “Não muito longe de nós, chamas elevavam-se dum fosso, gigantescas chamas. Eles estavam a queimar algo. Um caminhão aproximou-se da cova e descarregou a sua carga – crianças pequenas. Bebês! Sim, eu vi com os meus próprios olhos… Aquelas crianças nas chamas. (É surpreendente que eu não tivesse conseguido dormir depois daquilo? Dormir era fugir dos meus olhos.) Um pouco mais longe dali estava outra fogueira com chamas gigantescas onde as vítimas sofriam “uma lenta agonia nas chamas“.
 
A coluna de Wiesel foi conduzida pelos Alemães a “três passos” da cova, depois a “dois passos.” “A dois passos da cova foi-nos ordenado para virar à esquerda e ir-mos em direção aos barracões.”Como testemunha excepcional que é, Wiesel assegura-nos que encontrou outras testemunhas excepcionais. Olhando para Babi Yar, um local na Ucrânia onde os Alemães executavam cidadãos Soviéticos, além dos Judeus, Wiesel escreve: “Mais tarde, aprendi com uma testemunha que, mês após mês, o chão nunca parava de tremer; e que, de tempos a tempos, “geyser” de sangue esguichavam de lá.
 
Estas palavras não foram um erro do seu autor num momento de delírio: primeiro, ele escreveu-as, depois numa série não especificada de vezes (mas pelo menos uma vez) teve que relê-las na verificação; finalmente, as suas palavras foram traduzidas em várias línguas, como tudo o que o seu autor escreve.A personalidade de Wiesel ter sobrevivido foi, evidentemente, o resultado de um milagre. Ele diz que: Em Buchenwald eles enviavam 10,000 pessoas para a morte todos os dias. Eu estava sempre nas últimas centenas junto ao portão.
 
Eles paravam. Porquê? Em 1954 uma estudante Francesa Germaine Tillion analisou a “mentira gratuita” que dizia respeito aos campos de concentração Alemães. Ela escreveu: “Aquelas pessoas [que mentiram gratuitamente] são, para dizer a verdade, muito mais numerosas do que as pessoas geralmente supõem, e um assunto como aquele, um campo de concentração mundial – bem concebido para estimular a imaginação sado-masoquista – oferece-lhes um excepcional campo de ação.
 
Nós conhecemos muitas pessoas com a mentalidade afetada, metade impostora e metade louca, que exploraram uma imaginária deportação; nós conhecemos outros – deportados autênticos – cujas mentes doentes esforçaram-se ao máximo para ultrapassar as monstruosidades que eles viram ou que aquelas pessoas disseram que lhes aconteceu. Deve ter havido editores a imprimirem algumas dessas coisas imaginadas, e mais ou menos compilações oficiais para serem usadas, mas os editores e os compiladores são absolutamente indesculpáveis, pois a mais elementar pesquisa seria suficiente para revelar a impostura.”Tillion não teve a coragem de dar exemplos e nomes.
 
Mas isso é normal. As pessoas concordam que existem câmaras de gás falsas que os turistas e peregrinos são encorajados a visitar, mas não nos dizem aonde. Elas concordam que existem falsas “testemunhas”, mas geralmente só salientam o nome de Martin Gray, o bem conhecido impostor, ao pedido do qual Max Gallo, com todo o conhecimento do que estava a fazer, fabricou o “bestseller” For Those I Love. Diga-se de passagem, pois apesar de não ter sido incluída na “Lista de Schindler” e ter permanecido no campo de Plazóvia, daquele comandante carrasco do filme, reside em Porto Alegre, em amplo e confortável apartamento no aristocrático bairro Moinhos de Vento, a Sra. Herta SpierGrauber, “sobrevivente” hoje com 75 anos
 
 
HERMAN ROSENBLAT E SUA HISTÓRIA FANTASIOSA
 
Era perfeito demais para ser verdade. Assim a rede de TV americana ABC levou ao ar uma reportagem de 5 minutos à qual Herman Rosenblat admitia que havia mentido sobre sua história. Rosenblat fora pressionado tanto pela crítica como pelo seus leitores a assumir a mentira após ser desmascarado por pesquisadores do Holocausto, que perceberam a enorme impossibilidade física daquilo que Rosenblat contava em sua história.
 
Durante várias décadas vinha enganando o mundo com seu conto de fadas, na qual segundo ele, quando ainda era jovem, teria recebido maçãs de uma menina judia diariamente através das cercas de arame farpado do campo de concentração de Buchenwald. Anos mais tarde, “por sorte” ele haveria reencontrado a tal menina nos EUA e se casou-se com ela…
 
 
Curiosamente durante sua entrevista, o repórter alegava ser frequentemente interrompido por um homem, Harris Salomon, que planejava filmar, mesmo após admitida a mentira, um romance com a história do casal.
 
Como se já não bastassem as centenas de artigos e capas de jornais, aparições em programas de TV, inclusive da famosa Oprah Winfrey onde foi convidado não uma, mas duas vezes, privilégio que nenhum outro astro jamais obteve, tudo com intuito de mostrar ao mundo a sua cinematográfica e lucrativa história de amor. Felizmente, como sempre, a verdade prevaleceu.
 
Abaixo pode-se conferir a reportagem onde aparece apenas Herman Rosenblat sem a sua esposa, pois segundo Herman: “não queria que ela passasse pela mesma situação” de ter seu conto de fadas mentiroso exposto.
 
 
A MENTIRA DE AUSCHWITZ
 
 
 Documento oficial da Cruz Vermelha conseguido com enorme esforço e pressão dos revisionistas com a lista de mortos nos campos de concentração.
 
Em 1980 Robert Faurisson declarou: Atenção! Nenhuma das sessenta palavras da frase que vou pronunciar me foi ditada por opiniões políticas. O pretenso genocídio dos judeus e as pretensas câmaras de gás hitlerianas formam uma única e mesma mentira histórica, que tem permitido uma gigantesca chantagem político-financeira, cujos principais beneficiários são o Estado de Israel e o sionismo, e cujas principais vítimas são o povo alemão — mas não os seus dirigentes — e a totalidade do povo palestino.
 
Hoje não há uma única palavra que deva retirar daquela declaração apesar das agressões físicas, apesar dos processos, apesar das multas, das prisões, do exílio e das perseguições que os revisionistas vem sofrendo desde que começou-se a questionar este mito. O Revisionismo histórico é a grande aventura intelectual deste final de século. É uma pena não se ter o espaço suficiente na mídia para render homenagem à centena de autores revisionistas que a partir do francês Paul Rassinier, passando pelo americano Arthur Butz, o alemão Wilhelm Stäglich, o italiano Carlo Mattogno e o espanhol Enrique Aynat, empreenderam investigações extraordinariamente meritórias a respeito da realidade histórica da Segunda Guerra Mundial.
 
Uma última palavra: os revisionistas não são negacionistas, nem estão animados por sombrias intenções. Procuram dizer o que se passou, e não o que não se passou. São positivos. O que anunciam é uma boa nova. Continuam propondo um debate público, à luz do dia, com taquígrafos, ainda que até agora, se lhes têm respondido com o insulto, com a violência, a força injusta da lei ou, também, com vagas considerações políticas, morais ou filosóficas. A lenda de Auschwitz deve dar lugar, entre os historiadores, à verdade dos fatos.
 
 
DAVID COLE: UM JUDEU A PROCURA DA VERDADE
 
Como milhões de outros americanos, o jovem David Cole acreditava realmente na lenda do “Holocausto. Como judeu, seus sentimentos de indignação, evidentemente, eram ainda maiores. Ao ler, porém, o Relatório Leuchter, Cole ficou tomado de espanto e totalmente confuso. Tomou então sua câmera de vídeo e rumou para Auschwitz, para verificar, pessoalmente, a veracidade ou não dos fatos apresentados até então. Os depoimentos e as imagens captados por este jovem à procura da verdade, revelaram-se um dos mais importantes documentos da história atual: a coroação do trabalho de pesquisas que sendo realizado por inúmeros historiadores revisionistas em todo o mundo.
 
Evidentemente que a pessoa mais importante das que foram entrevistadas por Cole foi o próprio diretor do Museu de Auschwitz, o Dr. Fransizek Piper. Após as explicações de que as “mortíferas câmaras de gás” foram construções de pós-guerra, feitas pelos soviéticos, Piper demonstrou, frente à câmara, detalhes de como as “câmaras de gás” foram fabricadas: paredes foram removidas (a câmara mostra as marcas no chão e complementa com a planta original), aberturas foram feitas no forro e chaminés foram instaladas no teto para que o gás Zykon-B fosse lançado para dentro, tudo para que o prédio pudesse ser mostrado aos turistas do mundo como prova do “Holocausto”.
 
Mas o Dr. Piper vai além. Ele descreve outras “provas” da chamada “solução final” que foram fabricadas. Ele comprova o uso do Zyklon-B unicamente no despiolhamento das roupas dos internos e – como judeu, falando francamente a outro judeu – concorda que as descobertas e provas do expert Fred Leuchter, feitas à sua revelia, são corretas ! (Leuchter provou, através de testes científicos feitos em laboratórios, a não-utilização de Zyklon-B nas alegadas “câmaras de gás” – Veja o livro Acabou o Gás, da Revisão Editora).
 
No vídeo, David Cole explica que quando chegou à Europa, no outono de 1992, para fazer suas próprias investigações sobre o gaseamento de judeus durante a II Guerra Mundial, pretendia trazer um documento objetivo sobre suas descobertas. Além disso, ele se pôs em campo como judeu e não como um revisionista. Seu conhecimento do assunto é muito grande e sua honestidade maior ainda. Ele diz saber que para os alemães é totalmente impossível pesquisar sobre esta fraude do “holocausto”: as suas próprias leis lhes proíbem isso e quem se aventurar a tanto sofrerá pena de prisão. Mas ele, como americano – e como judeu! – está livre destes impedimentos. As tomadas de vídeo de Cole demonstram que os antigos dirigentes do “museu” de Auschwitz fabricavam suas próprias provas, no sentido de sustentarem a farsa do “holocausto”. Farsa que se revelou a maior extorsão de toda a história, pois somente a Alemanha já pagou mais de um trilhão e 200 bilhões de dólares a Israel desde a criação da engenhosa “holocaust Story”, ou seja, dez vezes a impagável “dívida” externa Brasileira !
 
Se depender dos falsificadores da História, o final desta sangria não chegará nunca, porém o Revisionismo Histórico, lenta e seguramente, está acabando com este trilhonário e macabro negócio.
O documentário feito por David Cole pode ser visto de vídeos como Google Video ou YouTube digitando as palavras chave “David Cole Auschwitz”
 
 
Não compactuamos com a farsa de uma sociedade medrosa e covarde. Somos daqueles que não entendem Direitos Humanos em favor de bandidos e normalmente contra policiais; nós somos daqueles que repelem, veementemente, o monopólio da informação e o alienamento da intelectualidade”.