Exercito Alemao Multiracial

 

Um dos assuntos mais polêmicos acerca do Nacional Socialismo de Adolf Hitler sem sombra de dúvida é a questão racial. Até que ponto nos foi negado o facto da participação de outros grupos étnicos na construção do IIIº Reich?

A lavagem cerebral à qual a humanidade foi submetida nos últimos 60 anos certamente ajudou a manter o mito da raça ariana de 2 metros e olhos azuis, mito muito difundido nos meios de comunicação. Graças a internet, hoje em dia podemos compartilhar de uma parte da história esquecida e que poucos agraciados tem conhecimento. Claro, jamais a mídia controlada pelos mesmos criadores do mito ousou tocar nos alicerces do gigante de olhos azuis, sabendo desde o momento que esta peça era fundamental para a enorme fantasia gerada em torno dos acontecimentos da IIª Guerra Mundial.

Há que se saber que a ideologia criada por Adolf Hitler vangloriava o povo alemão, ou o fenótipo nórdico, assim como o fascismo via orgulhoso no povo italiano o responsável pela origem do Império Romano. Adolf Hitler e Mussolini sabiam como dar a um povo auto-estima para se tornarem as maiores nações do mundo, e viam no contexto histórico/racial um grande instrumento para isso.

Tais sentimentos e idéias se propagaram por todo o mundo e reações semelhantes aconteceram em outros países. Basicamente o Nazi-Fascismo pregava que uma nação era a criação máxima de uma raça e esta deveria sentir orgulho de si, pois em cada indivíduo dela estava escrita sua história milenar de luta.

Para combater o Sionismo, com o consentimento de Hitler, formaram-se tropas de voluntários em diversos países e estes se integraram à Wehrmacht e também às Waffen-SS. Para se ter uma idéia quase todas as nações da Europa forneceram voluntários para as fileiras da Wehrmachte das Waffen-SS

O número exato da enorme quantidade de voluntários estrangeiros que prestaram serviço nas Forças Armadas alemãs entre 1939 e 1945 é ignorado, sendo considerado por muitos historiadores, um dos mais intrigantes aspectos da II Guerra Mundial, e ao mesmo tempo muito pouco conhecido.
 
Calcula-se que durante todo o conflito, cerca de 2.000.000 de voluntários estrangeiros combateram incorporados aos contingentes da Wehrmacht e das Waffen-SS. No leste, apenas os voluntários individuais, ou seja, aqueles integrados diretamente às unidades regulares alemãs chegava a 1.000.000 de homens, vindos principalmente das repúblicas soviéticas.
 
 Este número é o resultado directo dos anos de brutal domínio exercido pelo império soviético. Algumas delas provaram ser de primeira linha e verdadeiras formações de elite, estando a altura das demais unidades regulares da Wehrmacht e Waffen-SS, enquanto outras tiveram resultado desprezível em combate.
 
No final da guerra, muitos desses voluntários foram mortos pelos próprios compatriotas ou pelos “Aliados”, enquanto os demais se renderam em seus países de origem.
 
 
Houveram voluntários de todo o mundo:
 
  • Voluntários da Europa Ocidental: Boêmia- Bélgica- Dinamarca- Espanha- Finlândia- Flandres- França- Grã Bretanha- Holanda- Itália- Liechtenstein- Luxemburgo- Noruega- Portugal- Suécia- Suíça.

 

  • Voluntários da Europa Central: Albania- Bulgária- Croácia- Eslováquia- Eslovênia- Estônia- Grécia- Hungria- Letônia- Lituânia- Montenegro- Polônia- Romenia- Sérvia.

 

  • Voluntários da Europa Oriental: Legiões Russas- Armênia- Bielo-Rússia- Cáucaso- Georgia- Ucrânia.

 

  • Legiões Muçulmanas: Azerbaijão- Tártaros da Criméia- Tártaros do Volga- Turquistão.

 

  • Legiões Cossacas: Cossacos do Don- Cossacos de Kuban- Cossacos da Sibéria- Cossacos Terekd.

 

  • Voluntários da Ásia: China- Coréia- Índia- Japão- Mongólia.

 

 

 

 

Chiang Wei-kuo

 

 

 

Espanhóis da Divisão Azul comandada pelo General Don Emilio Esteban-Infantes ( 1ª foto )

 

 

Voluntário brasileiro

 

 

Voluntários britânicos.

 

 

 

Voluntários asiáticos, provavelmente da Mongólia.

 

 

Voluntários Cossacos.

 

 

Voluntários da Geórgia.

 

 

Voluntários Armênios.

 

 

Voluntários Albaneses

 

 

 

Voluntários Croatas, em destaque o General croata Ante Pavelic cumprimentando Hitler.

 

 

Oficial russo e voluntário do exército de Vlasov

General Andrey Vlasov foi um ex-oficial soviético feito prisioneiro de guerra. Talentoso estrategista, ganhou sua liberdade ao decidir colaborar com os alemães. A sua percepção era de que libertar a União Soviética de Stalin era mais importante que defendê-la do ataque de Hitler. Com a assistência dos alemães ele juntou um exército de prisioneiros soviéticos e milhares de dissidentes para combater a União Soviética e Stalin

 

 

General Vlasov passando a revista nos voluntários russos

 

 

 

Voluntários Franceses

 

 

Voluntários Holandeses

 

 

Famoso oficial e voluntário belga Leon Degrelle

 

 

Voluntário da Flandres.

 

 

Voluntário do Turquistão

 

 

 

Voluntários Ucranianos

 

 

Oficial e voluntário da Letônia

 

 

Voluntários da Finlândia

Que nunca deixem de ser recordados e enaltecidos, estes bravos soldados de todas as raças que lutaram pelo IIIº Reich defendendo a soberania e independência de suas nações contra o diabólico comunismo de Stalin e seus aceclas sionistas.