A neutralidade

A neutralidade:
O maior inimigo do Nacional Socialismo
Qualquer ideologia, bem seja política, ou religiosa, ética, filosófica ou de qualquer outro tipo, está sujeita a duas
situações concretas indiscutíveis: ou existe, e há uma hierarquia que determina seu funcionamento e actualiza
ou determina seu pensamento, ou simplesmente não existe e ao longo de uns poucos meses, quando muito uns
poucos anos, desaparece sem deixar rasto e fica como uma recordação do passado. Esta é a situação na qual se
encontram todos os tipos de ideologias com uma única exceção: o Nacional Socialismo. Decorreu mais de meio
Século desde o final da II Guerra Mundial e da destruição da ideologia Nacional Socialista, faleceram já quase
todas as pessoas que viveram nesses anos e, no entanto, em todos os países surgem constantemente grupos,
grupúsculos, movimentos mais ou menos secretos ou editoras, revistas etc… Que se proclamam Nacional
Socialistas, apesar das cataratas de propaganda contrária, apesar das leis repressivas, apesar da manipulação, do
medo, da chantagem, quando não simplesmente do atentado e inclusive do assassinato de pessoas que atreveram
a se declararem Nacional Socialistas.
O fenômeno, pois, é singular, único e sem possibilidade de ser comparado por outro caso similar, e como tal
tem também umas peculiaridades únicas, sendo a mais importante o facto de que é possível se declarar (ou ser
declarado assim pela imprensa), como Nacional Socialista e pensar de qualquer maneira imaginável. Se o
Nacional Socialismo fosse uma opção política a mais, existiriam umas poucas organizações que representariam
a ideologia, poderiam existir talvez duas ou três entidades mais ou menos opostas em alguns pontos, mas em
todo caso ficaria clara a natureza da ideologia, mas o descrédito que sofreu através de todo tipo de irreflexivas
notícias da imprensa, os ataques constantes por todos os meios, a perseguição, a repressão etc… Fez com que
não possa existir nenhuma organização medianamente estruturada e que possa dar uma verdadeira coerência. Os
grupos e grupúsculos aparecem e desaparecem e isso em todos os cantos do planeta, de tal maneira que nada é
mais difícil que determinar o que pensam actualmente os Nacional Socialistas. Há os homossexuais, de religião
islâmica, esotéricos, violentos, skins… E todos se vangloriando de um caos ideológico manifesto.
Já faz vários quinquênios que se falava dos “Hollywood Nazis”, isto é, daquelas pessoas que diziam assumir ou
compartilhar a ideologia política Nacional Socialista por se sentirem identificados com os filmes de
“Hollywood”, se definiam como tal. Nessa época passada, existiam dois tipos definidos de Nacional Socialistas.
Os quais acreditavam o que dizia a propaganda contrária e os quais não acreditavam. Os primeiros, logicamente,
eram violentos, fundamentalmente anti-judaicos e racistas radicais e exibiam toda a ideologia que o cinema
havia apresentado como a essência do Nacional Socialismo. Os outros, por outro lado, não eram Nacional
Socialistas devido ao que dizia a propaganda inimiga, mas que eram em base a própria propaganda do Nacional
Socialismo, os textos oficiais, os discursos de Hitler, os livros da Editora do Partido, os diversos folhetos e
revistas de propaganda editados no III Reich em duas dúzias de idiomas etc, etc…
Os primeiros, os primatas e violentos, eram gente marginal que usavam uma mesma suástica que a Holly
Rogers dos piratas, simplesmente porque são símbolos agressivos, os segundos eram pessoas normais que
haviam chegado ao Nacional Socialismo através da leitura e do conhecimento pessoal com gente que viveu no
III Reich ou inclusive que ocupou cargos de mais ou menos responsabilidade. E assim, embora existissem certas
diferenças no pensamento ideológico dos Nacional Socialistas que haviam chegado à ele através da leitura e da
documentação, as coincidências eram muito maiores que as divergências, apesar da falta de uma estrutura
internacional válida e de um comitê ideológico confiável, existia mais ou menos uma verdadeira coesão entre as
diversas pessoas que se declaravam Nacional Socialistas, podendo fazer parte dos “Hollywood nazis” ou dos
“Nacional Socialistas autênticos” e pouco mais.
As coisas mudaram de maneira radical. A propaganda Nacional Socialista se intensificou de maneira
impressionante nos últimos anos. Se compararmos a propaganda do pós-guerra (anos 1945 à 1950, por
exemplo), com a actual, nos daremos conta de que hoje em dia a mensagem anti-nacional-socialista está
presente em documentários, filmes, seriados, noticiários… Numa proporção enormemente superior à da época
do pós-guerra, tempo no qual se supõe que deveria ser mais intensa e radical. Não é assim. A explicação é muito
simples. Embora a propaganda repetisse mil vezes o mesmo, existiam pessoas que tinham vivido aquela época e
que podiam desmentir ou esclarecer as informações. Agora a coisa é muito diferente. Já não resta praticamente
ninguém dos quais viveram naquela época e qualquer coisa que se diga por televisão, imprensa ou rádio, não
será nunca desmentida. Antes não podia ser desmentida no meio que a havia difundido já que o teórico “direito
de réplica” não se aplicava nunca aos Nacional Socialistas, mas de boca em boca, em encontros e reuniões, os
quais conheciam ou tinham vivido a realidade davam sua própria versão dos factos. Actualmente isto não é
assim.
A falsa notícia fica no ar e alguns acreditarão e outros não, de acordo com suas próprias inclinações em cada
tema. Não se trata já de uma questão de autenticidade ou falsidade mas de ” agrada-me ” ou “não me agrada”.
Desde o final da II Guerra Mundial a propaganda contrária ao Nacional Socialismo unicamente se ocupou do
tema judaico e do racismo e agora, mortos praticamente todos os quais viveram naquela época, todos os
Nacional Socialistas, sem excepção, são exclusivamente racistas e anti-judeus, alguns moderados e outros
radicais, uns pacíficos e outros violentos, mas em todo caso unicamente se interessam nesses dois temas.
Podemos pegar dez mil Nacional Socialistas em todos os países do mundo e nenhum saberá nada da política
social do III Reich, da educação, da arte, do desporto… Mas por outro lado, todos eles serão peritos em racismo
e judaísmo, haverão lido um monte de livros ou folhetos a respeito, disporão de uma medianamente nutrida
biblioteca limitada à esses temas e poderão expressar claramente suas opiniões sobre os judeus e palestinos,
imigração, etc, etc…
Fora destes dois temas são os quais manterão atitudes muito diferenciadas do resto da sociedade, em tudo o
demais não diferirão em nada do resto dos cidadãos de seu país ou região, irão para discotecas, comprarão nos
grandes estabelecimentos comerciais, atacarão o cristianismo, se casarão pelo civil (ou simplesmente se
juntarão), irão à espetaculos de rock, e se alguns deles mantêm algumas atitudes positivas sobre ecologia,
desporto ou qualquer outro tema, o farão sempre do ponto de vista do sistema e nunca da do Nacional
Socialismo que desconhecem absolutamente. E, naturalmente, essas pessoas supostamente Nacional Socialistas
serão mentirosas, egoístas, ladrões ou o que convenha exatamente na mesma proporção que a sociedade política
na qual se encontram. Nenhuma diferença.
E é assim como surgem os Nacional Socialistas esotéricos, skins, muçulmanos, homossexuais… Mas todos eles
são racistas E anti-judeus. E nada mais! Tudo isto pode ser atribuível à efectiva e bem estruturada propaganda
contra o Nacional Socialismo e nada há que fazer a respeito senão felicitar esses fabricantes de mentiras e meias
verdades que estão a meio Século a bombardear a população mundial com propaganda anti-nazis e que embora
fracassaram estrondosamente quanto a fazer desaparecer os nazis, pois cada dia há mais, sim conseguiram
mudar totalmente sua ideologia e conseguir com que o que diziam que eram os nazis nos anos sessenta, seja
agora uma realidade embora então fosse uma falácia. Tudo isto é mérito da propaganda, mas há uma parte do
caos actual que é exclusivamente culpa dos próprios Nacional Socialistas e essa culpa genérica e total se chama:
“neutralidade”.
Já nos tempos do III Reich a “Raciologia” considerava a etnia alpina como a inferior entre as cinco etnias
principais européias e precisamente era seu sentido de “neutralidade” o que lhe atribuia essa baixa pontuação.
Também a “tradicional” neutralidade da Escandinávia, era criticada por determinados ideólogos Nacional
Socialistas. A “neutralidade” é uma postura de concordância, de comodidade… Somos “neutros” no caso de uma
demissão na empresa onde nós trabalhávamos, tentando seguir de bem com o injustamente despedido e com a
gerência da empresa, somos “neutros” no tema de determinado divórcio, tentando ficar de bem com as duas
partes implicadas, somos “neutros” em uma briga na rua, pois, preferimos que os demais solucionem seus
problemas… E esse sentido de neutralidade faz com que nas filas dos diversos movimentos Nacional Socialistas
abunde, prolifere e se multiplique rapidamente a atitude “neutra”. Todo a gente quer estar de bem com todos e
isso se toma equivocadamente por colaborar à unidade quando o que faz é impedir-la.
Se “desculpa” à aquele governante que estafou todo mundo, simplesmente porque vende livros Nacional
Socialistas, o que lhe permite viver sem trabalhar, se “desculpa” à aquela pessoa cuja vida privada é vil e suja
simplesmente porque dá donativos em grande quantidade, se “desculpa” à aquela pessoa que agiu violentamente
já que foi “pela causa”… E o mesmo no plano ideológico, apóia-se tal ou qual revista islâmica, homossexual,
esotérica, skin, rockeira, imigração ou o que seja, porque tem um artigo bom, porque as fotos são de grande
qualidade, porque estão contra o sistema, porque nela colabora tal ou qual pessoas que tem suficiente crédito…
E assim, com essa neutralidade levada ao exagero, se participam dos eventos organizados por todos, se lêem
todas as revistas, se compram todos os livros… E com tudo isso esses, os “neutros”, são os autênticos e únicos
responsáveis, do caos actual dentro do Nacional Socialismo.
Se cada um apoiasse exclusivamente àqueles que lhe são afins, com os quais se sente mais identificado, se não
se “desculpasse” os ladrões pela simples razão de roubar “pela causa”, se se exigisse dos governantes a
honestidade que se exige dos militantes (pois se um militante nos defrauda romperemos com ele mas se o faz
um chefe não), então a situação do Nacional Socialismo se esclareceria. As diversas atitudes teriam uma
militância consequente com cada uma delas e os “neutros” só poderiam ter uma e não várias militâncias.
A “neutralidade” é covardia e o “neutro” sempre será um covarde, e nunca poderemos confiar nele, pois, sempre
preferirá ser “neutro” que apoiar ao qual tem razão. A “neutralidade” beneficia o mal e prejudica o bem, pois o
“neutro” ao tratar do mesmo modo os dois, está evidentemente prejudicando a quem tem razão e como é mais
fácil apoiar ambas as partes ou se manter “neutro” que investigar cada caso e tomar uma atitude que pode ser
evidentemente equivocada, o “neutro” sempre prefere se equivocar seguro, como o é não tomando partido
(agindo) por nenhuma das partes implicadas, que se equivocar unicamente provavelmente apoiando
erroneamente a parte que não tem razão. O “neutro”, o próprio, sim é uma pessoa como é uma nação, é
fundamentalmente egoísta, pois unicamente está preocupado com sua conveniência e quando uma pessoa expõe
sua própria versão de um facto, em vez em tentar julgar o problema e formar uma opinião sobre o tema a fim de
tomar uma atitude, inconscientemente tenta desvalorizar a argumentação da pessoa que alega ter a razão, para
poder ter uma tranquilidade de consciência “neutra” com base para considerar que “não está provado”, “não
deveu ser tão importante”, “todos cometemos erros” e confiança pelo estilo. A única coisa importante para o
“neutro” é reforçar sua neutralidade. A razão, a justiça, a verdade não são valores que possam inquietar-lhe, o
fundamental para ele é sua tranquilidade, sua neutralidade e evitar por todos os meios, tomar uma postura a
favor de alguém em detrimento de outro.
Essas atitudes, que são as habituais da maioria dos militantes nas organizações, grupos, revistas, etc… Nacional
Socialistas são as únicas, EXCLUSIVAS, responsáveis do caos actual. E aquelas organizações ou pessoas que
mostram uma atitude firme, que são inimigas de “desculpar” os erros, que exigem absoluta honestidade na vida
pública e privada, que exigem um conhecimento ideológico do Nacional Socialismo através da leitura da
propaganda que desenvolveu o Nacional Socialismo em duas dúzias de idiomas, são considerados
“intransigentes”, “radicais” e “fanáticos” já que turbam a sagrada tranquilidade dos “neutros” que querem estar
de bem com todo mundo e esses “intransigentes” que não permitem estar de bem com todos, pois para eles se
exige que tome partido a cada falsidade e em cada situação e isso é o que mais molesta os neutros que sempre
preferirão apoiar um grupo, revista etc… Com o qual estão de acordo unicamente 20% dos temas, que não outro
com o qual coincidem 90% mas que lhes obriga a tomar uma atitude comprometida diante de cada questão que
se apresenta e assim preferem uma pessoa que lhes defraudem e que lhes enganem, mas tudo isso com o sorriso
nos lábios, que não outra coisa que lhes exige firmeza e convicção, embora lhes facilite a informação, lhes ajude
em suas formações ou lhes mantenham informados das opções éticas Nacional Socialistas.
Qual é o motivo pelo qual este mesmo problema não ocorre em outras ideologias? Simplesmente devido ao
dinheiro. Os funcionários dos partidos, os vereadores, deputados, congressistas… Cobram e obedecem a seus
chefes como ocorre em todas as empresas do mundo que funcionam com um sistema ditatorial embora seus
proprietários sejam democratas de toda a vida. Unicamente na Igreja encontramos um exemplo diferente, pois,
aqui não é o dinheiro o que atrai os homens, mas a convicção. Neste caso a estrutura mundial e milenar dá a
coerência, mas apesar de tudo é um exemplo raro e difícil, pois, por mais que se mencionem opiniões
divergentes e que ressaltem na imprensa as poucas atitudes dissidentes, são muito poucos os casos nos quais tais
atitudes chegam a ter certa importância. Seja como seja, o Nacional Socialismo carece de dinheiro e de estrutura
internacional e a inércia dos simpatizantes faz com que o êxito acompanhe os mais indulgentes e acabe com
toda possibilidade aos quais exigem, exclusivamente, conhecer a ideologia Nacional Socialista e deixar já de
uma vez de falar sempre de judaísmo e racismo.
A “neutralidade” das nações foi causa da derrota do III Reich e da actual “neutralidade” das pessoas, é o que
conseguiu derrotar o Nacional Socialismo hoje. A única salvação que resta ao Nacional Socialismo é a atitude
honesta, a actuação ética e o comportamento moral, e ser neutro, isto é, tratar igual ao qual tem razão que ao
qual não tem, é absolutamente falto (desprovido) de honestidade, totalmente carente de ética e profundamente
imoral.